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Quem faz já conhece a nossa proposta INOVADORA e focada em elevar o profissional da área contábil!
Para quem (ainda!) não participa, vamos detalhar neste artigo alguns pontos centrais sobre os três pilares que guiam todo o conteúdo que nós elaboramos para os nossos alunos e mentorados: visão executiva, postura executiva e liderança executiva.
Quer crescer profissionalmente na área contábil? Leia até o fim!
VISÃO EXECUTIVA
Este pilar é a base de tudo.
Sabemos que em nossa profissão temos uma demanda alta de entregáveis. Inclusive, boa parte dessas atividades são repetidas mensalmente, afinal de contas o fechamento contábil tem periodicidade mínima mensal, não é mesmo?
Isso é excelente em termos de necessidade e exposição do trabalho de um contador, mas a verdade é que às vezes nós mesmos ~nos perdemos no emaranhado de “to do”~ e acabamos desfocando dos temas que ~realmente importam~ para os donos dos negócios ou para a alta administração das entidades.
Neste sentido, existem duas reflexões que devem ser constantes para um bom gestor contábil ao aplicar a visão executiva no seu dia-a-dia:
- 1º – Estou seguro(a) que os grupos de transação materiais estão devidamente registrados e divulgados?
Aqui vale a pena comentar que a orientação normativa contábil é baseada na abordagem de balanço – em inglês, Balance Sheet Approach -, na qual o desempenho (resultado) é mensurado através das variações dos grupos contábeis.
É por este motivo que a definição de Receitas e Despesas do nosso CPC 00 (R2) – Estrutura Conceitual para Relatório Financeiro é descrita da seguinte forma:
- Receitas: Aumentos nos ativos, ou reduções nos passivos, que resultam em aumento no patrimônio líquido, exceto aqueles referentes a contribuições de detentores de direitos sobre o patrimônio.
- Despesas: Reduções nos ativos, ou aumentos nos passivos, que resultam em reduções no patrimônio líquido, exceto aqueles referentes a distribuições aos detentores de direitos sobre o patrimônio.
Assim, o(a) contador(a) precisa FOCAR nos ~aspectos materiais dos elementos contábeis Ativos e Passivos~, pois o “problema” nasce no reconhecimento inicial (lembram do fluxo do processo contábil que a gente tanto menciona?).
Nós contadores precisamos ter na ponta da língua quais são os grupos de transação (exemplos clássicos: Estoques, Contas a receber, Impostos a Recuperar, Imobilizado, Intangível, Fornecedores, Empréstimos e financiamentos, Instrumentos financeiro derivativos etc.) que têm o POTENCIAL, seja por materialidade quantitativa ou qualitativa, de ~gerar distorção material nas informações produzidas pela Contabilidade~.
E isso nos leva à segunda preocupação!
- 2º – Estou seguro (a) de que conheço os fatores de risco do fechamento contábil?
Nós da @firenze.academy somos recorrentes em afirmar que um bom gestor contábil deve DOMINAR PROCESSOS! E mais do que dominar o processo contábil em si, é ser um bom ~conhecedor e debatedor dos processos que desaguam no processo contábil~.
Para refletir: Quantas vezes você comunicou à alta administração os riscos contábeis gerados por processos predecessores? Talvez você já os tenha identificado, mas preferiu não “causar”… Aqui esbarramos no segundo pilar.
POSTURA EXECUTIVA
O dever de um bom gestor contábil é ~se posicionar~.
Este é um dos “karmas” do profissional da área contábil: comunicação deve ser o nosso forte, ainda mais em se tratando de comunicação com a liderança.
Sabemos o quanto este pilar é desafiador, pois existem fatores organizacionais que muitas vezes nos dificultam o poder de fala, mas precisamos insistir.
Aprenda isso: Enquanto nós contadores não nos sentarmos à mesa dos executivos, não nos verão como tal!
Destacamos a seguir algumas perguntas necessárias para você avaliar o quanto está atuante neste pilar:
- 1º – Quais são os reportes que você elabora e envia após o fechamento contábil? Se limitam às “peças básicas” contábeis, tais como BP, DRE e DFC?
- 2º – Você participa das agendas de Comitês, Boards, Divulgação de Resultados etc. da empresa em que atua? Se não, por qual motivo?
Este pilar está basicamente associado com o VALOR dos produtos que você como contador(a) gera para a empresa. Por isso a postura executiva é tão importante, através dela será possível dar VISIBILIDADE aos pontos críticos ou sugestões de melhoria contínua que você entende serem importantes para a empresa!
Antes de efetivamente ser um(a) executivo(a), você precisa agir como tal, concorda?
LIDERANÇA EXECUTIVA
Por fim e não menos importante, temos a liderança executiva.
Ah, liderar é uma arte! Este pilar exige exercício de musculação até para quem já nasceu com maior adaptação.
O líder comunica de forma INTENCIONAL e INTEGRAL. Este aspecto é muito interessante, pois ~não adianta comunicar por comunicar~. Acredite: falar e escrever com objetivo e completude minimizariam muitos dos problemas com seus liderados, com colegas de trabalho e com a liderança.
Quantas vezes você já pensou: “Mas eu falei isso mil vezes!”… Pois é, vai ver você falou de qualquer jeito, ou não adaptou sua comunicação ao perfil do liderado. É preciso intencionalidade na comunicação!
Duas dicas para você que deseja ser um LÍDER CONTÁBIL são:
- 1º – Toda demanda tem objetivo, formato esperado e prazo. Seja claro ao passar uma demanda a terceiros! Alinhar expectativas nestes três aspectos de cada atividade evita desentendimentos bobos.
- 2º – Você precisa encontrar o ponto de equilíbrio para cada plateia. Em geral, não dá para ser altamente objetivo com sua equipe e falar detalhadamente com o CFO, certo?
Estes são os principais insights dos nossos três pilares!
Nossos conteúdos SEMPRE englobam pelo menos um deles, mas é altamente provável que muitos dos temas tenham associação com os três.
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